segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

Os castelos e seus jardins - Castelo Balmoral


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Castelo Balmoral (PA/Chris Bacon)
http://noticias.br.msn.com/especial/casamento-real/casamentoreal-fotos.aspx?cp-documentid=28215318&page=3

http://pt.wikipedia.org/wiki/Castelo_de_Balmoral

   Getty Images
http://mulher.uol.com.br/casa-e-decoracao/noticias/efe/2011/08/30/rainha-elizabeth-ii-esta-a-procura-de-um-jardineiro.htm

http://lindaescocia.blogspot.com.br/2009/12/castelo-de-balmoral.html



Roteiro dos Castelos
http://indikabem.com.br/lugares-exoticos-2/roteiro-dos-castelos/

http://calamumsumere.blogspot.com.br/2010_09_20_archive.html


Balmoral é hoje melhor conhecida como residência real, um refúgio de Verão da Rainha Isabel II e do seu marido, o Duque de Edimburgo.

A história do Castelo de Balmoral como residência real remonta a 1848, quando a Rainha Vitória e o Príncipe Alberto  arrendaram o castelo aos depositários de Sir Robert Gordon (que havia obtido um arrendamento de longo termo do castelo em 1830 e morreu em 1847). O casal Real gostou muito da sua estadia na casa e pagou mais de 30.000 libras pela sua posse total em 1852. O príncipe começou imediatamente a fazer planos com William Smith para aumentar o existente castelo quinhentista e fazer um "novo" e maior castelo para a Família Real.

Em 1856, a construção estava concluída. Nos valores atuais, o castelo, sem incluir a propriedade em que que se insere, tem um valor de 160 milhões de libras.

Juntamente com Sandringham House, Balmoral é uma propriedade privada e não parte da "royal estate". Este tornou-se centro de um caso quando, em 1936, Eduardo VIII abdicou como rei mas não abandonou automaticamente a propriedade privada que havia herdado. Jorge VI teve que comprar explicitamente Balmoral e Sandringham ao seu irmão mais velho para que permanecessem refúgios privados para o monarca.

Atualmente a Propriedade de Balmoral mantém-se em funcionamento, ocupando mais de 200 km² de terra. A Família Real emprega cerca de 50 funcionários a tempo inteiro e outros 50 a 100 em tempo parcial para cuidar dos jardins, do castelo e dos animais da propriedade. O pessoal em part-time é usado essencialmente quando a Rainha faz a sua visita anual.

Tem havido alguma especulação sobre a possibilidade de o Castelo de Balmoral  ter sido assinalado como um refúgio Real na eventualidade de uma guerra nuclear. Na década de 1960 os planos de guerra visavam, aparentemente, evacuar o soberano para o Iate Real Britannia, mas isso não seria prático e seria desejável um refúgio terrestre. 

Pode parecer que, contrariamente ao rumor persistente, não existiram planos para juntar o soberano com o Primeiro-ministro no complexo de bunkers de Corsham, conhecido variadamente como Hawthorn, Subterfúgio, Sitio 3, Burlington ou Turnstile. O Palácio de Buckingham e o Castelo de Windsor seriam ambos muito vulneráveis, o primeiro por se encontrar situado no coração de Londres — um alvo principal por direito próprio — e Windsor devido à sua proximidade com o Aeroporto de Heathrow.

A Rainha encontrava-se em Balmoral em 1997, quando recebeu a notícia de que sua ex-nora, a Princesa Diana, havia falecido em Paris, França, após sofrer um trágico acidente de carro. A sua decisão de não voltar para Londres, para falar publicamente sobre a perda da Princesa do Povo, foi muito criticada na época, rendendo discussões entre ela e o primeiro-ministro Tony Blair. Tais momentos serviram de tema para o filme The Queen, de 2006.

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Castelo_de_Balmoral

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