sábado, 22 de dezembro de 2012

ESCOLHA A ÁRVORE ADEQUADA PARA PLANTAR NA SUA REGIÃO

As melhores árvores para plantar
Fonte: http://riozinho.net/as-melhores-arvores-para-plantar/


As melhores árvores para plantar

Optar pela espécie errada na hora de plantar uma árvore pode trazer problemas para a região em que ela está localizada e, inclusive, afastar os bichinhos que vivem no local. Aprenda quais são as melhores espécies para serem plantadas em cada bioma brasileiro e bom plantio!
Você já ouviu falar em espécies invasoras? São plantas e animais que nascem em um lugar, mas acabam sendo levados pelo homem para outras localidades, onde causam desequilíbrio ambiental, exatamente porque pertencem a outros ambientes (para saber mais, leia: Todo cuidado com as espécies invasoras é pouco! e O Rio de Janeiro contra as espécies invasoras).
No Brasil, a maior parte das árvores que vemos, todos os dias, nas ruas são espécies invasoras, que vieram da Europa e foram plantadas, de forma irresponsável, pelos portugueses na época da colonização. A atitude trouxe problemas para o nosso meio ambiente e causou o desaparecimento de muitas espécies nativas de plantas e animais que viviam no nosso país. Chato, né?
A boa notícia é que todos nós podemos ajudar a mudar essa situação. Você sabe como? Antes de plantar uma árvore no seu quintal, condomínio ou, até mesmo, na escola, informe-se sobre as espécies que são nativas da região em que você mora e que, portanto, não causarão danos ao meio ambiente – muito pelo contrário, as árvores só trazem benefícios para a natureza e para nós, seres humanos, se plantadas de forma correta (saiba mais em Árvores: verdadeiras fábricas de saúde).
Para ajudar, Ricardo Cardim, biólogo, ambientalista e fundador da Associação Amigos das Árvores de São Paulo, listou para o Planeta Sustentável algumas espécies que podem ser plantadas por todos nós, sem culpa, em cada um dos biomas brasileiros. Confira a lista, abaixo, escolha a sua espécie favorita e bom plantio!
AMAZÔNIA
  • Monguba
  • Araça-boi
  • Pau-rosa
CAATINGA
  • Aroeira-vermelha
  • Juazeiro
  • Umbuzeiro
CERRADO
  • Ipê amarelo do cerrado
  • Sucupira
  • Jatobá do cerrado
MATA ATLÂNTICA
  • Cambuci
  • Pitanga
  • Cabeludinha
  • Uvaia
  • Araça
PAMPAS
  • Figueira-brava
  • Canela
  • Jerivá
PANTANAL
  • Ipê-roxo
  • Pau-tucano
  • Pau-formiga
Por Débora Spitzcovsky – Planeta Sustentável
Fonte: http://riozinho.net/as-melhores-arvores-para-plantar/

quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

Leptospermum


Escolha Leptospermum rotundifolium Manning

                                                                                         Leptospermum rotundifolium


Leptospermum rotundifolium Manning's Choice

                                                                                    Leptospermum rotundifolium


Leptospermum polygalifolium
Leptospermum polygalifolium
Photo: Brian Walters


Bonsai de árvore de chá (leptospermum scoparium )
Menor bonsai de árvore de chá




Reino: Plantae
Divisão: Magnoliophyta
Classe : Magnoliopsida
Ordem: Myrtales
Família: Myrtaceae
Gênero: Leptospermum

Leptospermum   é um gênero de cerca de 80-86 espécies de plantas da família murta Myrtaceae . A maioria das espécies são endêmicas da Austrália , com a maior diversidade no sul do continente, mas uma espécie estende-se a Nova Zelândia , outro para a Malásia , e L. recurvum é endêmica para a Malásia.

São arbustos ou ocasionalmente pequenas árvores , chegando a 1-8 m de altura, raramente medem até 20, com ramificação densa. As folhas são perenes , alternas, simples, de ponta aguçada, e pequenas, na maioria das espécies não mais de 1 cm de comprimento. As flores são de até 3 cm de diâmetro, com cinco pétalas brancas, rosa ou vermelho.

O nome comum de " tea tree " usado para algumas espécies de Leptospermum deriva da prática dos primeiros colonos australianos que usavam folhas de diversas espécies mergulhadas em água fervente para fazer uma tisana rica em ácido ascórbico ( vitamina C ). Diz-se que o Capitão Cook usava infusão de chá de Leptospermum para prevenir o escorbuto entre seus tripulantes.

O néctar das flores é colhido por abelhas , o que é usado para fazer mel Leptospermum . Manuka mel tem fortes poderes antibacterianos e propriedades antifúngicas. O mel produzido a partir de Leptospermum polygalifolium , também conhecido como  arbusto de geleia ou árvore do chá com aroma de limão, tem sido encontrado  contendo um máximo de 1750 mg / kg de " metilglioxal ', um composto antibacteriano, tornando-o o mais potente mel antimicrobiano.

Na Austrália, Leptospermum espécies são por vezes usados ​​como plantas do alimento para larvas de hepialid mariposas do gênero Aenetus , incluindo A. lewinii e A. ligniveren .

Algumas espécies de Leptospermum  são apreciadas como plantas de ​​jardim. As espécies mais resistentes ( L. lanigerum, L. liversidgei, L. polygalifolium, L. rupestre, L. scoparium ) são resistentes a cerca de -8 ° C a -10 ° C, enquanto outras são sensíveis à geada. 

Eles toleram a maioria dos solos e exposições com boa drenagem e pleno sol. Plantas estabelecidas são  tolerantes à seca. Eles são freqüentemente encontrados como plantas de cobertura na costa oeste do Estados Unidos , e algumas espécies são populares para o cultivo como bonsai . Existem muitos cultivares.


Fontes:
http://www.ausbonsai.com.au/blog/cj/?cat=4
http://asgap.org.au/l-pol.html 
http://www.botanicalgarden.ubc.ca/potd/2009/05/leptospermum_rotundifolium_mannings_choice.php
http://en.wikipedia.org/wiki/Leptospermum
http://www.paisagismodigital.com/port/item.aspx?id=100389-Leptospermum-scoparium




segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

Higanbana (ヒガンバナ), flor que simboliza dor e saudade



Higanbana, a flor da morte

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Higanbana (ヒガンバナ), flor que simboliza dor e saudade
Higanbana (Lycoris radiata) é o nome japonês da Lírio-aranha, uma bela flor, embora venenosa, considerada símbolo do Equinócio do Outono no Japão. O nome se origina da palavra Ohigan (お彼岸), uma celebração budista que ocorre duas vezes por ano e são feriados no Japão: Equinócio da Primavera (春分の日 Shunbun no Hi) em março e Equinócio de Outono (秋分の日 Shūbun no Hi) em setembro.

É tradicionalmente associado com a morte na sociedade japonesa, por estar muito presente nos cemitérios, que segundo dizem, foi plantada para manter os animais escavadores longe dos restos mortais. Uma característica interessante dessa exótica flor é que as folhas e a flor nunca aparecem ao mesmo tempo.

Com isso, também dizem que a flor representa dois amantes apaixonados que devido às circunstâncias precisam viver separados. Também significa a dor da perda e da saudade, como também pode representar a morte, mas não no sentido pejorativo da palavra e sim no sentido de transição para uma nova vida. Enfim, esta flor tem inúmeros significados e uma grande simbologia na religião budista.

No Japão, ela também é chamada por outros nomes:

★“Higanbana” (彼岸花) - Significa “flor do equinócio de outono,” a época do ano em que as flores florescem. “Higan” também pode se referir à outra margem do rio Sanzu, ou seja, a vida após a morte.
★“Manjushage ou Manjusaka” (曼珠沙华) - De uma linha no Sutra de Lótus budista, referindo-se a uma flor vermelha.
★“Shibito-bana” (死人花) - Significa “flor dos mortos”, porque ela floresce numa época onde se tem o costume de visitar túmulos dos antepassados.
★“Yuurei-bana,” (幽霊花) - Significa “flor que parece um fantasma”.


Higanbana, a flor da morte
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A lenda da higanbana

É também referido como Manjusaka (曼珠沙华), com base em uma antiga lenda chinesa sobre dois duendes: Manju guardava as flores e Saka, as folhas, mas nunca se encontravam, pois a planta nunca dá flores e folhas ao mesmo tempo.

Eles estavam curiosos em conhecer um ao outro, de modo que desafiaram as ordens dos deuses e marcaram um encontro. Por causa dessa desobediência, os dois duendes foram punidos, ficando separados por toda a eternidade.

Por este motivo, o lírio aranha vermelha (Red Spider Lily) é associado à perda, saudade, abandono e memórias perdidas em hanakotoba (花言叶), a linguagem das flores. Acredita-se que se você encontrar uma pessoa que você nunca vai ver de novo, estas flores vão crescer ao longo do seu caminho.


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Origem da higanbana

Higanbana é nativo da China, mas foi levado para o Japão há muitos séculos atrás. Os agricultores a plantavam sobre os caminhos estreitos entre os campos de arroz, pois seu veneno, atua como agente tóxico contra ratos, e seu caule tem proteínas comestíveis, que se supões serem não tóxicos para os seres humanos.

Por isso nos tempos difíceis foram usados como alimento de emergência, quando se perdia alguma colheita de arroz. Os campos de arroz viram ouro no outono, e as flores vermelhas formam um contraste bonito nos arrozais.

Higanbana, lírios aranhas vermelhas
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Há quem diga que o Higanbana, foi trazida por missionários portugueses. Como eles viajavam por todo o Japão para difundir o evangelho e alertar sobre as doenças venéreas, eles plantaram estas flores que serviam como lâmpadas pelo caminho e para que se assemelhasse a um rastro vermelho de sangue e de alerta.

Esta descrição se encontra em um livro publicado por Mock Joya chamado “Coisas japonesas (1958), mas é pouco provável que seja verdade, já que esta flor tem origem chinesa. Embora a Higanbana vermelha seja a mais popular e mais facilmente encontrada, podemos achar essas flores também nas cores branca e amarela.

Higanbana, a flor da morte
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Onde encontrar o Higanbana

Pra quem quer ver uma imensidão dessas belas flores, o melhor lugar nas mediações de Tóquio é o Parque Kinchakuda Koen, em Hidaka, em Saitama, Koishikawa Kōrakuen, em Iidabashi, Kyu Shiba Rikyu Onshi Teien, ao lado da Estação de Tokyo ou Kinen Showa Park, em Tachikawa.

Higanbana, a flor da morte
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A floração plena ocorre no final de setembro e início de outubro. Além dos parques, você pode encontrar canteiros dessas flores em meios aos arrozais ou em cemitérios. As flores agrupadas, de um vermelho intenso, se parecem com um mar de sangue, causando muitas vezes, uma sensação surreal e ao mesmo tempo apaixonante.


FONTE: http://www.japaoemfoco.com/

Nota : Achei paradoxal que esta flor de tom de vermelho tão intenso tenha sido escolhida para símbolo de dor e saudade!

sábado, 8 de dezembro de 2012

PURIFICANDO COM AS HERAS






Meus queridos, vamos encher nossos espaços interiores (das nossas casas ) com as hederas (heras) ?Não vai ser porque não temos um lugar espaçoso para criar um jardim que devemos ficar sem apreciar bem pertinho de nós, a beleza das plantas. 

A Hedera é uma planta que se adapta bem aos espaços interiores, não possui flores mas seu visual, o desenho de suas folhas e suas cores são uma delícia para nossos olhos, sem falar que é uma planta entre as que foram estudadas pela Nasa por sua faculdade de purificar ambientes contaminados. 


Assim, além de seu ambiente ficar mais bonito vai ficar também mais puro. Existem muitas outras plantas com esta capacidade purificadora que pretendo ir apresentando aos poucos pra vocês.

Algumas informações sobre as heras
O pequeno gênero Hedera (hera) inclui apenas algumas espécies, mas numerosas variedades, sendo todas plantas trepadeiras de caule lenhoso. Algumas atingem 6m ou mais e têm folhas grandes, mas a maioria é apreciada pela sua folhagem densa e rasteira e folhas pequenas. 

As folhas de todas as espécies são coriáceas e frequentemente lobadas. A maioria das heras emite curtas raízes aéreas a partir dos nós dos caules, raízes que em contacto com qualquer superfície úmida adequada nela se fixam.


Alguns cuidados que estas plantinhas necessitam :
 Luz - As heras precisam de luz forte. As formas variegadas devem receber duas ou três horas diárias de sol direto para manterem o seu contraste de cores, mas não a horas de luz muito intensa; os outros tipos dão-se melhor se protegidos do sol direto. Em luz insuficiente os entrenós aumentam e as  plantas tornam-se cada vez mais estioladas.


Temperatura - As heras podem tolerar uma grande amplitude de temperaturas, mas não se dão bem em locais com grandes variações de temperatura. Acima dos 18ºC providencie uma umidade mais elevada. Durante os meses de Inverno induza-as a um período de repouso, mantendo-as em condições frescas. Uma temperatura de cerca de 10ºC será o ideal.

Rega - Durante o período de crescimento ativo regue moderadamente deixando secar o centímetro superior da mistura entre duas regas. Durante o período de repouso  regue escassamente, deixando secar metade da mistura de envasar antes de regar de novo.


Adubação - De duas em duas semanas aplique um vulgar adubo líquido a plantas em período de crescimento ativo

Envasamento e reenvasamento - Utilize uma mistura de envasar à base de terra. Mude as plantas pequenas para vasos do tamanho acima sempre que surjam raízes pelos orifícios de drenagem. O maior vaso necessário será um de 14cm. Proceda a uma substituição superficial da mistura todos os anos nas plantas que não são mudadas. Para obter um efeito mais decorativo, é aconselhável envasar quatro a seis pequenas plantas num cesto suspenso.



Propagação -  As heras são fáceis de propagar. As estacas de 8-10cm de comprimento enraizarão rapidamente num copo de água mantido numa temperatura ambiente normalmente quente em luz forte indireta. 

Quando as raízes medirem 3-4cm de comprimento, plante duas ou três estacas num vaso de 8cm com a mistura de envasar recomendada para plantas adultas. Como alternativa,  insira três a quatro estacas de ponta num vaso de 8cm contendo uma mistura umedecida composta por partes iguais de turfa e areia grossa ou perlite e introduza num saco de plástico. As estacas enraizarão dentro de duas a três semanas. As heras também podem ser propagadas por mergulhia aérea.

Observações especiais - A hera mantida numa divisão quente está sujeita a ataques de aranhiços vermelhos. Pulverize as folhas com água uma ou duas vezes por semana e ponha a folhagem sob água corrente pelo menos uma vez por mês para desalojar os insectos, se existirem. 

Se as plantas não descansarem, produzirão uma vegetação fraca durante os meses de Inverno devido a insuficiência de luz. No início da Primavera, corte os rebentos fracos com uma faca ou tesoura. Os rebentos excessivamente longos podem ser encurtados em qualquer altura.


Fonte : http://www.vanxnetwork.com/vx1 



sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

UMA SUGESTÃO PARA DECORAR SEU JARDIM



https://www.facebook.com/LaBioguia

A estátua virou um medusa bastou escolher a planta apropriada para crescer em sua cabeça formando uma  estranha cabeleira.

BAMBU DA SORTE



lucky bamboo


bamboo 1






bamboo da sorte



bambu-sorte



http://web.floresflorisa.com.br/index.php?pagina=noticia&id=43


Conhecida popularmente como bambu da sorte, a dracena sanderiana, ao contrário do que o nome sugere, não é um bambu e sim um membro da família das Liliáceas.

Esta planta tem sido usada com freqüência nas práticas do Feng Shui.
Acredita-se que o bambu tenha uma energia muito favorável, pois simboliza a próspera união entre dois elementos: a água e a madeira. 

Ainda de acordo com as antigas tradições chinesas, o número de hastes do bambu da sorte que colocamos num ambiente pode ter diferentes significados, sempre ligados à felicidade, prosperidade e longevidade.

Assim: 
- 2 hastes de bambu da sorte significa sorte; 
- 3 ou 6 hastes simbolizam felicidade; 
- 5 ou 7 hastes atraem saúde; 
- 8 hastes simbolizam prosperidade; 
- 9 hastes atraem boa fortuna; 
- 21 hastes simbolizam benção divina.
Nas casas, é mais comum ter um bambu da sorte com 3 hastes, pois atrai paz, saúde e prosperidade.

Perfeita para ambientes internos, o Bambu da Sorte pode durar anos com manutenção mínima: apenas uma troca de água por semana e não expor a luz direta do sol.

Cuidados:

* O Bambu da Sorte pode ficar em um vaso com terra desde que a mesma seja mantida em terra úmida, sem encharcar.
* Também pode ser colocada em vasos ou potes com água e com cristais, pedras etc desde que suas raízes estejam com água ao nível de cobrir todas as raízes e aprox. 5 cm do caule.
* Não expor à luz direta do sol. 
* Manter o vaso com água limpa (água filtrada ou água corrente sem cloro); não trocar a água, apenas complementar seu nível.
* Ao cortar a haste do Bambu da Sorte ele provavelmente irá morrer.
* É possível retirar as folhas secas e amareladas, quando achar necessário, sem risco para a planta. 
* A haste do Bambu da Sorte não irá mudar em sua largura ao longo da vida, exceto sua tonalidade (o verde irá tornar-se mais escuro com o tempo).
* As plantas Bambu da Sorte não são venenosas ou tóxicas a planta é super-resistente, não dá trabalho e resulta num belo efeito ornamental!


Alguns ambientes para inspirar quem se entusiasmou com o bambu.





Obs.: Quando ela é oferecida como presente, costuma receber um laço vermelho, para que a energia do fogo seja adicionada, de forma que juntos, os três elementos, possam atrair a energia positiva (Chi) para um ambiente.

Fonte:http://estiloelas.blogspot.com/2011/04/moda-casa-bambu-da-sorte.html



É uma verdadeira obra de arte o que este cultivador faz com seus delicados bambus. Mais informações encontrará em:

Fonte: http://www.japaoemfoco.com/bambu-da-sorte-lucky-bamboo/